Em Mindcop, és um… bem, um polícia que consegue ler mentes. Estás a investigar um homicídio e, para além da investigação comum, também podes entrar na cabeça de outras pessoas, fisicamente, através de "brain-surfing". Ah, e a tua moeda principal no jogo é o tempo. Não percebeste? Continua a ler.
O que adoramos: a forma como tudo isto é estranho, único e divertido. As personagens são patetas, as mecânicas de 'brain-surfing' enquanto resolves quebra-cabeças de combinação são, no mínimo, peculiares e a ideia de cada ação te custar tempo, concebida para te dar menos tempo do que o número de ações possíveis, parece estranhamente familiar.

Dica: aceita o facto de que não terás tempo para analisar todas as cenas na totalidade. Verifica as tuas notas (rapidamente), tenta encontrar o máximo de pistas e provas que conseguires, mas não te preocupes com o que ficou para trás. Existem dois finais disponíveis, por isso, podes sempre fazer escolhas diferentes numa segunda jogada.
Conhece quem criou: Andre Gareis, um programador alemão independente, começou a trabalhar na Mindcop em 2018 e passou seis anos a criar cada elemento à mão.